Nova postadora! Acho que todo mundo é meio que novo, mas eu sou a mais nova por enquanto...
Alice é um clássico infantil da literatura inglesa. No incio, achei o livro meio chato e arrastado, e parei de ler. Depois de quase um ano, eu peguei para ler de novo, tendo na cabeça o seguinte: É mito raro um livro já começar animado, então vamos ler isso e ver se melhora no decorrer da história. Resultado:
Fui dormir uma hora da manhã, tendo terminado de ler o livro. E nunca mais vou deixar de ler um livro porque tem o começo arrastado. Eu não tinha ideia do que estava perdendo.
Vamos começar dizendo que o livro não faz sentido nenhum. A minha versão é com As Aventuras de Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho, e nenhum dos dois faz sentido. Masa graça é exatamente essa: Ler o livro e tentar descobrir onde está a lógica, e quando tudo aquilo será explicado! Por exemplo (Em Através do Espelho) Num parágrafo ela está numa loja e a vendedora é uma cabra (?) e no outro, do nada, ela está remando num rio.
No livro, você acompanha a lógica de uma criança de sete anos, então, ela não dá a mínima pra quanto sentido faz tudo aquilo. E o livro é bem diferente do filme, tanto do desenho quanto da versão mais nova do Tim B.
As Aventuras de Alice no País das Maravilhas:
Alice é uma menina de sete anos e meio, que, como em um dia qualquer, está ao ar livre com a irmã. A irmã dela está lendo, um livro sem figuras nem diálogos, e Alice se pergunta de que serve um livro sem figuras nem diálogos. Está entediada. Quando de repente passa um coelho branco, ela não dá muita atenção ao coelho até notar que ele usa um colete e está olhando um relógio de bolso. Ela o segue até cair num buraco, e ela passa muito, muito tempo caindo. (Minha amiga desistiu de ler o livro por causa da quantidade de tempo que a menina passava caindo...) Até chegar no país das maravilhas.
Acho que todo mundo sabe mais ou menos a história, é um clássico, mas o livro é... outra coisa.
Alice Através do Espelho:
Alice está brincando com as suas três gatas (Kitty, Dinah, e Snowdrop) na sala. Ela estava tentando jogas xadrez com Kitty (ok, ela tem sete anos) e depois de desistir, sugere outra brincadeira para a gata: Fingir que pode atravessar o espelho. Ela diz que até onde se pode ver, é exatamente igual à sala da casa dela, até a ponta do corredor, os livros também são os mesmos, só que escritos ao contrário. A dúvida dela é: E além do corredor do mundo do espelho, será que ainda é igual à casa dela?
Do outro lado, Alice descobre peças de xadrez falantes e descobre que, dentro da casa, está invisível para eles, mas fora da casa, as peças de xadrez são do tamanho dela, as flores falam, e ela pode sim ser vista e ouvida. Alice se torna um peão de xadrez do time branco e seu objetivo é chegar até o outro lado do tabuleiro e se tornar uma rainha.
Principais diferenças dos dois filmes e o livro:
- Alice não consegue passar pela portinha que acha na sala em que caí. Ela passa passa pela porta que leva até a casa do coelho branco, pois ele a confundiu com alguma empregada ou governanta.
- O chapeleiro maluco é personagem de uma cena só, Alice está sozinha na aventura e ele faz duas breves aparições: No chá e no julgamento. Não ajuda Alice em nada.
- Twedlwedee e Tewdlwdoo só aparecem em Através do Espelho.
-Nunca há nenhuma menção ao fato da cabeça da rainha ser maior que o comum, o que me faz pensar que é uma cabeça normal.
Enfim, eu sei que não é assim que se faz uma resenha, mas eu não acho que Alice seja o tipo de livro com inicio, meio, clímax e fim que deem para ser explicados. Um resumo seria tipo: Alice cai no buraco, chora um mar de lagrimas, o coelho pensa que ela é a empregada, ela cresce, chuta Bill, o lagarto, foge, acha uma duquesa que transforma um bebê em um porco, e o gato da duquesa aparece na floresta aparecendo e desaparecendo (aquele gato sorridente), ela encontra o chapeleiro, a lebre de março, e um outro bicho dorminhoco, e aí ela vai parar num jogo de croqué com flamingos e porcos espinhos (que nem no filme), e depois tem um grifo e uma tartaruga que não é uma tartaruga e depois um julgamento e...
Anyway, tem tudo e nada a ver com o filme ao mesmo tempo. E vale a penas ler os dois antes de lancem o filme de Através do Espelho.
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sexta-feira, 14 de março de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
O Pequeno Príncipe
Boa tarde, galera!
Para estrear as postagens do blog, vou começar falando de um livro famosíssimo, que pode ser considerado um clássico da literatura mundial! Este livro é nada menos que O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry (não faço a menor ideia de como pronunciar isso).

O livro é narrado em primeira pessoa, e aparentemente quem narra é o próprio autor da obra. Bem, a história começa com ele falando sobre sua infância, e de seu talento para desenhar, desmerecido pelas "pessoas grandes". Este é o jeito com qual o autor se refere aos adultos durante todo o livro. Logo, o próprio narrador se torna um adulto, mais precisamente um piloto da guerra, que certa vez sobrevoava o deserto do Saara quando caiu num lugar imenso e inabitado. Perdido na imensidão de areia, sem um sequer sinal de vida, com pouca água e um problema mecânico em seu avião, ele encontra uma figura misteriosa que ele chama de "pequeno príncipe".
O Pequeno Príncipe é um garoto que aparece, inusitadamente, diante do piloto no meio do deserto. Sem dúvidas e obviamente, é um dos personagens mais curiosos do livro. Ele então narra sua fascinante história para o piloto, contando as aventuras que vivera a partir do momento em que deixou o planetinha em que costumava viver, tendo que abandonar sua preciosa florzinha, e seus pequenos vulcões. O Pequeno Príncipe encontra no espaço uma porção de "pessoas grandes", entre elas: um rei egocêntrico, um geógrafo superficial, um contador ganancioso, um bêbado, e um trocador de lâmpadas (será que me esqueci de algum?), cada um com uma personalidade mais incompreensível que a outra. Seriam alienígenas? Creio que não, pois apresentavam características típicas do ser humano... Além destes, quando chega finalmente à Terra, descobre outras criaturas mais curiosas ainda: uma sábia serpente, uma raposa solitária, um maquinista, e é claro, o piloto perdido no meio do deserto.
Basicamente, O Pequeno Príncipe retrata um jeito diferente de se enxergar o mundo em que vivemos, e pode ser interpretado de diversas maneiras. Apesar de inicialmente ser considerado um livro para crianças, talvez pela forma inocente, didática, mas muito sábia pela qual é narrada, o livro também é totalmente recomendável para os adultos, que provavelmente terão uma interpretação diferente da de uma criança. Afinal, o livro é pura filosofia, e seus ensinamentos são valiosíssimos! Enfim, acho que todos deveriam ler, uma vez quando criança, outra quando adulto, e em vários momentos da vida, pois acredite, a cada leitura você aprenderá algo novo, a medida que adere a novos pontos de vista.
O livro foi publicado pela primeira vez em 1943 sob seu título original "Le Petit Prince" e desde então vem encantando cada vez mais o mundo. Além disso, o livro vem com ilustrações feitas pelo próprio autor, que não podem ser consideradas apenas gravuras para ajudar o leitor a imaginar melhor a cena. Acredite, as ilustrações fazem parte da obra em si! Um clássico mundialmente conhecido, já ganhou diversas adaptações para cinema, televisão e teatro.
Pra mim o livro é uma grande fábula, que pode ser contada de geração em geração, sem nunca se tornar ultrapassado. Agradeço verdadeiramente para quem teve a paciência de ler esta primeira postagem até o final! Por favor, sinta-se a vontade para comentá-la e, é claro, dizer sua opinião sobre esta obra prima que é O Pequeno Príncipe! Valeuzão, galera! Até a próxima postagem!
Para estrear as postagens do blog, vou começar falando de um livro famosíssimo, que pode ser considerado um clássico da literatura mundial! Este livro é nada menos que O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry (não faço a menor ideia de como pronunciar isso).
O livro é narrado em primeira pessoa, e aparentemente quem narra é o próprio autor da obra. Bem, a história começa com ele falando sobre sua infância, e de seu talento para desenhar, desmerecido pelas "pessoas grandes". Este é o jeito com qual o autor se refere aos adultos durante todo o livro. Logo, o próprio narrador se torna um adulto, mais precisamente um piloto da guerra, que certa vez sobrevoava o deserto do Saara quando caiu num lugar imenso e inabitado. Perdido na imensidão de areia, sem um sequer sinal de vida, com pouca água e um problema mecânico em seu avião, ele encontra uma figura misteriosa que ele chama de "pequeno príncipe".
O Pequeno Príncipe é um garoto que aparece, inusitadamente, diante do piloto no meio do deserto. Sem dúvidas e obviamente, é um dos personagens mais curiosos do livro. Ele então narra sua fascinante história para o piloto, contando as aventuras que vivera a partir do momento em que deixou o planetinha em que costumava viver, tendo que abandonar sua preciosa florzinha, e seus pequenos vulcões. O Pequeno Príncipe encontra no espaço uma porção de "pessoas grandes", entre elas: um rei egocêntrico, um geógrafo superficial, um contador ganancioso, um bêbado, e um trocador de lâmpadas (será que me esqueci de algum?), cada um com uma personalidade mais incompreensível que a outra. Seriam alienígenas? Creio que não, pois apresentavam características típicas do ser humano... Além destes, quando chega finalmente à Terra, descobre outras criaturas mais curiosas ainda: uma sábia serpente, uma raposa solitária, um maquinista, e é claro, o piloto perdido no meio do deserto.
Basicamente, O Pequeno Príncipe retrata um jeito diferente de se enxergar o mundo em que vivemos, e pode ser interpretado de diversas maneiras. Apesar de inicialmente ser considerado um livro para crianças, talvez pela forma inocente, didática, mas muito sábia pela qual é narrada, o livro também é totalmente recomendável para os adultos, que provavelmente terão uma interpretação diferente da de uma criança. Afinal, o livro é pura filosofia, e seus ensinamentos são valiosíssimos! Enfim, acho que todos deveriam ler, uma vez quando criança, outra quando adulto, e em vários momentos da vida, pois acredite, a cada leitura você aprenderá algo novo, a medida que adere a novos pontos de vista.
O livro foi publicado pela primeira vez em 1943 sob seu título original "Le Petit Prince" e desde então vem encantando cada vez mais o mundo. Além disso, o livro vem com ilustrações feitas pelo próprio autor, que não podem ser consideradas apenas gravuras para ajudar o leitor a imaginar melhor a cena. Acredite, as ilustrações fazem parte da obra em si! Um clássico mundialmente conhecido, já ganhou diversas adaptações para cinema, televisão e teatro.
Pra mim o livro é uma grande fábula, que pode ser contada de geração em geração, sem nunca se tornar ultrapassado. Agradeço verdadeiramente para quem teve a paciência de ler esta primeira postagem até o final! Por favor, sinta-se a vontade para comentá-la e, é claro, dizer sua opinião sobre esta obra prima que é O Pequeno Príncipe! Valeuzão, galera! Até a próxima postagem!
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