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quinta-feira, 13 de março de 2014

Livro: Na Trilha do Mamute

Alô, alô, galera! Hoje tenho a honra de anunciar que convidei mais gente inteligente (e.e) pra postar neste mais novo blog!

Bem, antes que qualquer um estranhe, tenho que falar que adoro livros infanto-juvenis sem vergonha nenhuma. Por isso, hoje vou falar sobre o livro Na Trilha do Mamute, de Rogério Andrade Barbosa.


O livro é uma delícia de ler, com sua narrativa ágil e seu enredo que segura o leitor. Além disso, é curtíssimo, contendo 86 páginas, o que não o impede de ser ótimo, principalmente para quem quer começar a ler alguma coisa.

Recomendo principalmente para aqueles que adoram um filme de ficção (e sei que não são poucos). Repleto de ação, eu diria que o livro insere um cineminha na sua mente!

A história do livro é um dos elementos que mais me atraiu: Um renomado cientista boliviano chamado Arlã Garcia (que lembra uma espécie de Dr. Hammond de Jurassic Park com Dr. Frankenstein de Frankenstein) consegue criar, através de recursos ilegais, uma reprodução de um autêntico mamute da época das cavernas dentro de seu inacreditável laboratório, escondido no meio da selva amazônica, mais precisamente no estado brasileiro de Roraima. A gigante criatura, como não poderia ser diferente, consegue escapar do laboratório em ocorrência dos frequentes incêndios na mata misturados com o clima infernal, que certamente enlouqueceriam um bicho da era glacial como o mamute em questão.

Junto com o afilhado Guilherme, o Professor Baltazar chega a Roraima para realizar pesquisas científicas, e acaba se envolvendo com o misterioso caso da suposta "fera" que vem pisoteando a floresta sem piedade com quem vem pela frente. Não demora muito até Baltazar e Guilherme partirem para explorar a selva e desvendar a estranha história. Para acompanhá-los em suas aventuras, temos o habilidoso piloto de aviões Ranulfo, e Mayop, uma índia espertinha que encarna a "garota decidida" da vez. Mas não se trata de nenhuma mocinha em perigo. Pelo contrário, ela é uma importante personagem do livro, que usa toda a sua sabedoria para garantir que ninguém seja pisoteado!!

Nenhum capítulo passa despercebido, isto é, o autor evitou o possível de supérfluos e cenas desnecessárias, e talvez por isso o livro seja tão simples e ágil. Quem sabe no dia em que o cinema brasileiro alcançar um nível hollywoodiano, esta história não ganhe uma adaptação (privilégio dos nossos netos :))?! Por que não?! Enfim, vale a pena ler!

Valeu, galera! Até a próxima postagem! :)

quarta-feira, 12 de março de 2014

O Pequeno Príncipe

Boa tarde, galera!
Para estrear as postagens do blog, vou começar falando de um livro famosíssimo, que pode ser considerado um clássico da literatura mundial! Este livro é nada menos que O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry (não faço a menor ideia de como pronunciar isso).



O livro é narrado em primeira pessoa, e aparentemente quem narra é o próprio autor da obra. Bem, a história começa com ele falando sobre sua infância, e de seu talento para desenhar, desmerecido pelas "pessoas grandes". Este é o jeito com qual o autor se refere aos adultos durante todo o livro. Logo, o próprio narrador se torna um adulto, mais precisamente um piloto da guerra, que certa vez sobrevoava o deserto do Saara quando caiu num lugar imenso e inabitado. Perdido na imensidão de areia, sem um sequer sinal de vida, com pouca água e um problema mecânico em seu avião, ele encontra uma figura misteriosa que ele chama de "pequeno príncipe".

O Pequeno Príncipe é um garoto que aparece, inusitadamente, diante do piloto no meio do deserto. Sem dúvidas e obviamente, é um dos personagens mais curiosos do livro. Ele então narra sua fascinante história para o piloto, contando as aventuras que vivera a partir do momento em que deixou o planetinha em que costumava viver, tendo que abandonar sua preciosa florzinha, e seus pequenos vulcões. O Pequeno Príncipe encontra no espaço uma porção de "pessoas grandes", entre elas: um rei egocêntrico, um geógrafo superficial, um contador ganancioso, um bêbado, e um trocador de lâmpadas (será que me esqueci de algum?), cada um com uma personalidade mais incompreensível que a outra. Seriam alienígenas? Creio que não, pois apresentavam características típicas do ser humano... Além destes, quando chega finalmente à Terra, descobre outras criaturas mais curiosas ainda: uma sábia serpente, uma raposa solitária, um maquinista, e é claro, o piloto perdido no meio do deserto.

Basicamente, O Pequeno Príncipe retrata um jeito diferente de se enxergar o mundo em que vivemos, e pode ser interpretado de diversas maneiras. Apesar de inicialmente ser considerado um livro para crianças, talvez pela forma inocente, didática, mas muito sábia pela qual é narrada, o livro também é totalmente recomendável para os adultos, que provavelmente terão uma interpretação diferente da de uma criança. Afinal, o livro é pura filosofia, e seus ensinamentos são valiosíssimos! Enfim, acho que todos deveriam ler, uma vez quando criança, outra quando adulto, e em vários momentos da vida, pois acredite, a cada leitura você aprenderá algo novo, a medida que adere a novos pontos de vista.

O livro foi publicado pela primeira vez em 1943 sob seu título original "Le Petit Prince" e desde então vem encantando cada vez mais o mundo. Além disso, o livro vem com ilustrações feitas pelo próprio autor, que não podem ser consideradas apenas gravuras para ajudar o leitor a imaginar melhor a cena. Acredite, as ilustrações fazem parte da obra em si! Um clássico mundialmente conhecido, já ganhou diversas adaptações para cinema, televisão e teatro.

Pra mim o livro é uma grande fábula, que pode ser contada de geração em geração, sem nunca se tornar ultrapassado. Agradeço verdadeiramente para quem teve a paciência de ler esta primeira postagem até o final! Por favor, sinta-se a vontade para comentá-la e, é claro, dizer sua opinião sobre esta obra prima que é O Pequeno Príncipe! Valeuzão, galera! Até a próxima postagem!